Monday, May 31, 2010

Reestilizando a Cultura Pop.

Lady Gaga e a Androgenia

Estou pisando em solo desconhecido neste post. Vou me atrever a escrever sobre o fenômeno cultural da música Pop no momento. A famigerada Lady Gaga e sua imensidão de fãs que se aglutinam num coro para defendê-la e analisá-la como uma descoberta cultural com estilo e com profundidade se comparado aos padrões musicais reinventados constantemente pela industria fonográfica para verem seus lucros triplicados, numa realidade totalmente digital.

Pois bem, Lady Gaga é o novo fenômeno da Música pop, com algumas letras que beiram a falar sobre crises existênciais, comportamentais, relacionamentos e se utilizando de um guarda roupa um tanto pitoresco, conseguiu atrair a atenção do público e dos fãs com seu jeito espalhafatoso e (transgressor??) onde atualmente o mercado fonográfico busca insistentemente o genêro metal melódico hardcore como é conhecido o estilo EMOCORE (as bandas EMO).

É um fenômeno midiático, não há como negar isso, Tanto que as tradicionais cantoras pop, como a Madonna, Britney Spears, E Cristina Aguilera e todas as outras que vieram no mundo pós início da internet, agora buscam copiá-la (até mesmo a Madona) muito embora, esta ultima seja para Gaga uma fonte de inspiração. O fato é que para olhos livres de pré-conceitos concebidos, Lady Gaga beira à bizarrice, no entanto não tornarei a usar esse termo, pois concordo que, Gaga nada mais seja do que uma reinvenção de um produto cultural que andava fora de moda: A Androgenia.

O que dizer de elementos da contracultura do século XX que foram fenômenos e ainda hoje são respeitados pelas atitudes transgressoras que assumiram ainda em anos onde era quase impossível se falar sobre tais assuntos? Lembrar de David Bowie e Ziggy Stardust é um exemplo bem particular. David Bowie criou um personagem espacial durante a década de 70 completamente psicodélico com letras de músicas que beiravam a reflexão de temas cotidianos no periodo.

Na decada de 80, houve a explosão do gênero, e um grande ícone dessa geração foi o cantor Boy George. Um sucesso estrondoso no início da decada com a banda Country Club e que expôs ao mundo novamente letras que falavam sobre alegrias, relacionamentos, entre outros, novamente com roupas, acessórios e maquiagens em excesso. Alias, Boy George até por muito tempo tanto quanto David Bowie confundiram a imprensa quando se perguntavam se era realmente homem ou mulher, um pouco semelhante quando a Lady Gaga surgiu no universo pop.

De modo que atualmente, o fenômeno da musica mundial, nada mais é que uma reinvenção da Androgenia reestilizada. Particularmente nao me agrada a cantora, mas ela está aí fazendo sucesso e agradando a gregos e troianos. Mas como tudo é moda, dentro de pouco tempo, também corre o risco de cair no ostracismo. C'est la vie.


Cordialmente
Rafael Gomes

Sunday, May 30, 2010

"Essa dancinha..."

O Futebol Brasileiro é um ballet

Primeiro, por que precisamos de um comentarista ao assistir um jogo de futebol? Na certa, estamos vendo o jogo, se a câmera acompanha as jogadas então somos testemunhas dos lances e não precisariamos destes habilidosos e perspicazes profissionais da arte do jogo. Não estou sendo irônico, até que existem alguns muito bons, poucos mas nao me lembro de nenhum até o momento, infelizmente.

Mas de um tempo pra cá, a linguagem dos jogos e comentaristas as vezes beiram ao ridículo. A tradição com o "maior comentarista" da mais importante emissora Brasileira é um exemplo fiel disso, lembrar de alguns deslizes colossais que o dito cujo já teve a habilidade de dizer não falta. Enfim, as vezes os jogos perdem completamente o sentido com a conversa e troca de afagos e camaradegens entre os comentaristas.

Chega-se mais uma copa e a gente vai observar isso com uma evidência tamanha. A rasgação de seda que será as transmissões para com alguns jogadores, jogadas entre outros, ou então com comentários insistentes sobre as danças comemorativas dos jogadores, um tributo ao bizarro mas, já que os jogadores o fazem deixa eles é a euforia de uma conquista. Ainda que também nao veja sentido para tamanho estardalhaço televisivo.

O que realmente é tosco é presenciar em alguns jogos, o tempo que se perde falando sobre as comemorações. "A coreografia nao foi muito boa", ou então "ele nao chamou o jogador pra dançar com ele". Me parece estar assistindo à um circo ou um show de dança com os comentaristas (altamente entendidos) dando pitacos sobre os passos, quase julgadores, uma beleza.

Hoje, o Futebol Brasileiro é um Ballet contemporâneo.

Abraços
Rafael Gomes

Friday, May 28, 2010

"As TIC's alteram a Distribuição de Poder"

Um olhar sobre a web 3.0

No segundo e último dia de palestras no seminário de Mídias Digitais, o debate hoje se deu acerca da web 3.0 e os novos paradigmas construídos com essa nova roupagem. Mas, afinal de contas, o que vem a ser esse 3.0? Em linhas gerais, ainda não saimos da web 2.0 Pareço estar falando sobre linguagem automotiva do que internet nao é? Mas, caro leitor que possivelmente esteja lendo este texto, fica fácil entender nos parágrafos abaixo.

A Web 1.0 seria aquela no ínicio da Internet, quando os sites eram interpostos na rede, ainda com a (saudosa???) conexão discada, bem no início. A web 2.0 é a qual nós vivemos. embasada em cima dos portais de conteúdo, de site de buscas dos sites de relacionamento. A web 3.0 é uma promessa para daqui 5 ou 10 anos, quando, para alguns estudiosos, haverá a possibilidade sinergica entre os sites, se intercomunicando criando um ambiente convergente ainda não experimentado.

Essa é a temática abordada no seminário. os caminhos da evolução da Internet daqui pra frente. Hoje, meu post começou com essa interferência que o pesquisador Sérgio Amadeus, de forma brilhante esboçou há pouco no seminário. Não há como negar que as novas tecnologias produzem um pêndulo invisível que tende a modificar planos no mundo real. Basta dizer hoje em dia que se uma declaração sai em sites como o twitter, atinge proporções tão grandes que não há como esta interferir no cotidiano de cada um.

Alias esse é o real caminho, hoje as mídias se falam não há mais um termo isolado entre elas há uma interdependência cada vez maior e isso acaba criando uma mudança constante dentro da sociedade. "As crianças hoje já não gostam mais de ver TV, preferem à Internet", explica Sérgio, envoltas em ambiente de tecnologia as crianças aprendem desde cedo a operacionar esses meios e com isso produzem conteúdos e dominam as novas tecnologias de modo muito mais eficiente que nós adultos.

Mas em um momento, da palestra. Amadeus disse: "As empresas que estão na web trabalhando com controle da informação estão indo por água abaixo". Essa é realmente a tendência muito embora hoje mesmo já vemos fortes iniciativas de que o contrário possa realmente caminhar para a privatização da Informação. É só pra notar como o debate é acalorado, há poucos dias, o Portal de Notícias do NYT afirmou que até 2011 espera já cobrar pelas informações na Web. Na linha adversa. o Financial Times, afirmou que em 5 anos, o jornal não mais será impresso, existindo apenas no meio digital

Essa é só uma das diversas situações em que o processo de democratização da informação através das TIC's estão inseridas em escala global e como cada vez mais é importane o papel do operador de comunicação no intuito de filtrar esse conteúdo, oferecendo uma informação de qualidade. Hoje, qualquer pessoa detém conteúdo e informação capaz de atingir à todos e a tendência é que isso não pare de crescer e vermos quanto é importante extender essas discussões no plano real tanto quanto no plano virtual.

Continuem acompanhando através do site do seminário:

Cordialmente
Rafael Gomes

Thursday, May 27, 2010

Um Governo Digital

O governo de Sergipe nas Redes Sociais - Uma idéia positiva.

Diversos Amigos, Professores, Profissionais de Comunicação, Jornalistas. Uma gente informada e "nerd". Ta bom, nem todos, mas quando se junta publico, Internet e redes sociais já dá pra perceber o quanto essas pessoas passam horas a fio na frente de um monitor. Esse público bem "uptime" estava presente hoje no Seminário soobre Mídias Digitais e Transformações sociais, um evento desenvolvido pelo Governo de Sergipe, através do Núcleo de Cultura Digital da Secretaria de Estado da Comunicação.

Um governo imerso nas redes sociais que existem hoje na Internet na certa pode soar como propaganda partidária e defesa ideológica. Não é o caso aqui, a proposta e ser uma outra voz frente as fontes oficiais de informação. O que é uma iniciativa não só corajosa mas principalmente inovadora entre as principais entidades públicas não só do Estado de Sergipe mas também do Brasil. O ambiente digital proporciona uma cadeia de relacionamentos que ultrapassa o corpo-a-corpo comum durante a campanha e torna a sociedade mais próxima das ações do governo.

Ponto para iniciativa, quando se está inserido nessas redes, o governo é torpedeado por críticas, sugestões e elogios. Algo que o serviço oficial de notícia não possibilita mas que o blog, o faz e muito bem. A linguagem de novos meios através da convergência é o que torna expressivo a sua necessidade pois o ambiente de interação se torna cada vez mais embricado. Aparece aí, as figuras de proximidade e afetividade das pessoas que vão sempre dentro do blog ou dos perfis em sites como twitter, facebook e myspace, dando aquele vínculo de "estou próximo do governo".

Dando a percepção de união e de que fazem parte. Ainda que o trabalho não seja lá só um mar de rosas. Também é preciso atender as demandas urgentes e pelas intempéries as quais toda esfera governamental passa. Como resolver problemas na rua tal, concurso para provimento de cargo X, sanemanto no bairro tal, etc.. As vezes, a máquina pública não tem condição e, nem logística para atender essas demandas. Nesse momento as ações do governo através do perfil nas redes sociais, tenta minimizar proporcionando um feedback muito mais amplo.

Na noite de hoje, a primeira a palestrar foi Maíra Ezequiel, atual coordenadora do Núcleo de Culturas Digitais. Por coincidência, fora minha professora ainda na graduação e quem conhece a moça, sabe da competência dela, embora ela mesma dizia em aula sofrer de transtornos de bipolaridade, se saiu muito bem na condução da exposição do Case do E-Sergipe, explicando até que o projeto nao tem nem um ano de implementação mas que atingiu resultados bem satisfatórios, o que é relevante visto que a presença governamental nas redes sociais ainda é mínima.

A segunda palestra foi da Ms Soad Sommereyns, esta, funcionária do departamento de Informações Públicas da ONU, eixbiu com profundiade imagens e experiências do uso da internet para promover mudanças dentro da esfera social. Soad é uma das mais importantes profissionais no setor de divisão de notícias, além de ser uma oportunidade única de se conhecer o trabalho desenvolvido por um dos mais importantes órgãos mundiais, foi positiva a troca de experiências e a contribuição que a web vem trazendo para a sociedade neste novo Milênio e que essas iniciativas não podem parar.

Apesar de todas as coisas boas, houve somente um pequeno problema, mas não para àqueles que estavam no seminário e sim, para os que assistiram via web: "O streaming deixou a desejar, ficando aquém da qualidade gráfica mostrada no projeto gráfico e da proposta do tema e o audio esteve baixo durante a fala da palestrante". Afirmou George Lemos, que tentou acompanhar a palestra pela internet. Mas segundo ele, problemas pontuais que não tiraram o valor do seminário.

Agora fica a espera para amanhã com o debate sobre uma das mais quentes discussões no ambiente digital do momento, a web 3.0 e como ela afetará a nossa relação com a internet a partir de então Mas por enquanto,fica o encerramento deste post, parabenizando a iniciativa e fico até com uma sugestão. O evento poderia se extender em uma edição anual e contar com a participação ainda mais de novos atores sociais, estudantes e profissionais, apresentando pesquisas e desenvolvendo conteudo e conhecimento acerca das iniciativas governamentais interferindo no relacioanmento com o cidadão nas novas redes.
Enfim, é só uma idéia.

Cordialmente
Rafael Gomes

Wednesday, May 26, 2010

Foreign Affairs - Brazil & Turkey Agreement

Iran and the old Odyssey

Although being a believer that Iran government has absolutely opposite strategies when it comes to say of Nuclear Energy. I can't deny the great efforts made by Turkey and Brazil to solve this question. With a great deal solution however, once again, it seems that for most part of world leaders it is better to dump efforts and act strongly instead of doing properly a new diplomatic-treatment.

I'm not giving points to the Brazilian and Turkish Administration by achieving this agreement, but more than that. they really fought roughly a batle that other nations were incapable to get. the UN Security Council still seems to apply sanctions rather than expose new international actors that could gamble a new deal, just like Brasil and Turkish did.

This article from the NY times try to explain what it's going on behind the scenes. I strongly recommend all of you readers to take look.

Cordially
Rafael Gomes

Tuesday, May 25, 2010

Nota Explicativa

Por motivos de força maior, retirei o texto entitulado: Prêmio Carequinha, o Crack e o Governo de Sergipe deste blog, já que o mesmo causou descontentamento entre as partes envolvidas e visto que não foram devidamente informadas e nem cederam direitos para a veiculação apropriada.

O texto apresentado expressava minha opinião em relação ao tratamento do artista circense. Em nenhum momento foi consultado ambos os grupos citados no texto sobre as informações. Foi exatamente por este motivo e por entender que a atitude feria o princípio do contraditório envolvendo as partes citadas na matéria que resolvi excluí-la e interromper a série de divergências que dela poderiam ser causadas.

Todavia, reafirmo a posição de que, este blog tem o compromisso de expressar a opinião do proprietário sendo que este tem liberdade garantida e assegurada pelos principais corolários jurídicos do qual pertencemos. Ainda que a matéria tenha expressado tal opinião, esta causou certo mal estar dentro da secretariado e da gestão atual.

Meu compromisso não é de atacar a atual gestão contudo, este sim, de expor deslizes que podem viciar a informação veiculadas nos meios oficiais. Nem tudo são flores como da mesma forma, nem tudo sao espinhos. Há sempre duas versões para cada fato. E não imaginava que o espaço adquirido por este blog causaria esse desconforto.

Peço desculpas aos Grupos citados na matéria e também ao Governo que fora criticado pela matéria sem que houvesse sido dado o direito de resposta devido, muito embora este espaço sempre esteve e estará disponível à todos que quiserem manifestar sua opinião, controvérsia e acordo com as idéias aqui transcritas.

Saudações
Rafael Gomes

Saturday, May 22, 2010

Usina Nuclear em Sergipe

Por que devemos tê-la?

O assunto entre os principais portais online e folhetins do Estado de SE no momento é quanto a questão de se adotar uma usina nuclear em Sergipe. Embora muitos defensores do meio ambiente comecem a atirar paus e pedras sob minha pessoa, me mantenho favorável em situá-la no estado, mesmo que saibamos que não há bônus sem que haja ônus e, nesse caso, ele poderia ser catastrófica vide exemplos que ocorreram em alguns países do Leste Europeu em idos do final da década de 80 do século passado.

Mas vamos à algumas razões importantes. Em primeiro lugar. O País precisa prever a demanda de crescimento que ele pode comportar nos próximos anos.Dinamizar o consumo energético e variar as fontes de Energia não é só uma necessidade ambiental é principalmente econômica e social. Quanto à Energia Eólica e Solar, são exemplos de energia limpa 100%. Nao despejam nenhum tipo de resíduo no meio ambiente e alguns países desenvolvidos já adotam como é o caso da Holanda e da Alemanha

A Alemanha é um caso bem particular no investimento em fontes renováveis de Energia. Isso já ocorrer por lá com grande presença desde a década de 90 do século passado. Praticamente metade do país consome energias renováveis, até mesmo com estímulo ao consumo desse tipo de energia e rateio de custos, como explica este site. Alias essa seria uma iniciativa vindoura ao Brasil se fosse aplicada.

Mas tanto a Energia Eólica quanto a Solar também apresentam certas falhas. Uma das principais é que elas ainda precisam conviver com outras fontes de energia (termoelétrica, hidroelétrica ou Nuclear) pois armazenam energia (no caso da solar) e precisam recarregar suas baterias. Em um país com dimensões pequenas, sua aplicabilidade seria muito maior.

Quanto à energia Nuclear, vejamos no caso do Brasil. O Brasil possui a 6ª maior reserva de Urânio do Mundo. É um potencial energético enorme que deve ser aproveitado não só dentro da capacidade energética mais para outros fins científicos (não-militares). É perceptível o risco de se construir, fiscalizar e manter uma Usina Nuclear, primeiro porque a mesma leva muito tempo para ser construída (média de 10 anos), segundo pelos rigorosos sistemas de construção armazenamento do material radioativo e obediência das normas internacionais de segurança.

Estima-se que o investimento no Estado seria na ordem de U$ 4 Bilhões, contudo esse valor seria para a instalação, equipamentos, só que com a usina, devem ser encaminhados investimentos em infra-estrutura, local, da região, treinamento entre as cidades circunvizinhas, capacitação pessoal, a nível internacional, nacional e local, o que ultrapassa o valor citado para próximo de U$ 10 bilhões.

Comparativamente com a Energia Hidroelétrica, os defensores afirmam sobre o impacto da energia nuclear no meio ambiente local. Definitivamente eu tenho sérias ressalvas quanto à isso. A região de Belo Monte hoje no Pará corre sério risco de se ver inundada, populações indígenas desalojadas e um potencial imenso de pesquisa em plantas que poderão ser perdidos com as barragens. A degradação do meio ambiente com a construção de uma Usina Hidroelétrica é, ao meu modo, tão danoso ao ambiente quanto a Energia Nuclear. Senão vejamos o caso por ex, da Construção de Itaipu, hoje a nova geração talvez não saiba, mas a região abrigava as sete quedas.
As 7 quedas (Garganta do Diabo).

Lógico, a fiscalização precisa ser redobrada com a construção da Usina, mas a atenção deva ser maior quanto ao rateio e pagamento de royalties quanto ao excedente energético, A Usina não beneficiaria o Estado de Sergipe, seria vendida para os estados vizinhos. Daí também a necessidade dos futuros governos investirem, caso seja definida a Usina no Estado, em trazer Indústrias de ponta tecnológicas para a região (semicondutores seria um ótimo exemplo).

No mais, um profundo artifício de fiscalização de verba. É fato que, se o Estado conseguir, a quantia é absurda que o Estado irá receber, quase 1/4 do PIB Sergipano (que é algo próximo de R$ 13..5 bilhões) em um só investimento, o que é de encher os olhos de boa parte do centro político do Estado, será inevitável que parte deles não utilize a usina como espólio eleitoral para os próximos anos, o alerta fica para que este não beneficie somente esta parcela de pessoas.

E você? É favorável?

Saudações
Rafael Gomes