Tuesday, June 22, 2010

Through the Borders of The Communication.

The influeneces of the Social Networks into our lives

How far will go the possibilities of the Social Networks? I barely updated my blog just a few posts bellow trying to alert of the efects that, most part of the schollars are giving an overlook of the whole new scenario. Is it bad after all? No, again, it is just a few points that it's bothering me. people keeps constantly saying that social networks will increasingly high our standard levels and offering an assorted kinds of services that nothing seems to bring any damage.

However, sometimes I think I'm the only one who sees some effects (small I must say) but not irrelevant. the problem to me is, the more you see the benefits, the more you loose your arguments. Just a few days ago, an expression making fun of a remarkable figure of the sports journalism in one of the worlds biggest television companies turns itself powerless in fornt of the impact of Twitter, and that's not an isolate case.

Right now, billions of people are making contacts, doing business, having fun, or even, trying to figure out what I'm trying to say over here. It's undeniable to see the power of the social networks in our lives nowadays. and now, it appears to me that a new kind of revolution is about to start. What would you think if I tell you that it's possible to have some classes at Twitter and Facebook? and even share all the information with everyone else?

A friend of mine, Eloy Vieira, just a couple months ago, updated his blog with an small text but, to me, cause me a great impact. The University of Washington is now providing classes for the students of Communication in Digital Media at twitter and other social networks. What all of this means is: No matter how far you are, you can learn fast, interact with your friends, and build up new standards of knowledge without dropping off your pants and got out of bed.

Is that a good way to learn? Time will tell. But, I've got interested so much that I'm gonna make an article about this!!

Cordially
Rafael Gomes

Saturday, June 19, 2010

Uma Economia Cultural

Um novo olhar sobre a Indústria Cultural.

Durante a ultima quarta-feira, o Observatório da Comunicação (OBSCOM) realizou uma palestra sobre Industria Cultural e Economia Política da Comunicação e cultura, na Universidade Federal de Sergipe (UFS). E, como o convite me foi dado, não tive como não prestigiar o debate acerca do tema, apesar de no ramo da comunicação ser diversamente explorado o assunto sobre os efeitos e sobre a industria cultural, quando se trata em trazer a economia para esse ramo, boa parte dos profissionais de comunicação afastam o interesse.

Bom, o assunto aparentemente pode parecer indigesto aos olhos dos operadores de comunicação, mas é tem vital quando nos propomos analisar todas os emaranhados que envolvem as diversas manifestações e produções culturais em nossa sociedade e seu impacto na economia (afinal, produção de cultura nao deve enriquecer somente o intelecto, mas também provir um pouco os profissionais) ainda mais num país como o Brasil, onde o artista ainda é abusivamente explorado e não consegue se sustentar devidamente, se optar por viver especialmente de suas atividades culturais, ainda que poucos consigam.

Na Palestra 02 professores da UFS, César Bolaño, e Verlane Aragão. pretencentes à Revista EPTIC (revista essa que é quase desconhecida em boa parte da comunidade acadêmica Sergipana) mas que é reconhecidíssima fora do país trouxeram as principais análises sobre o tema industria cultural e o mercado. A partir do conceito de evolução da sociedade capitalista e seu impacto nas relações comerciais. Fica difícil imaginar a produção cultural com efetivo ganho sem pensar em todas as diversas relações econômicas envolvidas para a produção de cultura, seja na música, teatro, dança, entre outros.

Foi graças a matéria de Economia da Comunicação e Cultura que tive a idéia de escrever o meu tema de pesquisa na monografia e consequentemente, minha linha de pesquisa que sigo - Rádio Digital e Novas Tecnologias - Intercambiar as novas tecnologias e aplicá-las aos padrões midiáticos existentes serviu para que pudesse entender as diversas discrepâncias que existem quando se trata na inserção de investimentos e opções que determinadas mídias recebem em detrimento de outras. No caso, o rádio (meu objeto de pesquisa) nao é só negligenciado pelo mercado, muitas vezes como também pelos pesquisadores, poucos sao os profissionais que se inserem na pesquisa.

Voltando a palestra, Prof(a) Verlane comentou sobre o valor da Industria Cultural e suas relações na produção musical no contexto contemporâneo. Uma abordagem muito interesante. Pois cabe aqui fazermos considerações aos trabalhos dos músicos numa sociedade em rede: O musico hoje enfrente grandes problemas tanto por parte de difusão de seus trabalhos (gravadoras que se vêem ameaçadas pela pirataria e pela internet), o download de músicas (este que num primeiro momento pareceu ameaçar a carreira musical mas, viu-se que se torna até um aliado ao artista) e o custo envolvido na divulgação de seu material e shows. Hoje o artista musical tem seu sustento muito mais pelos shows que faz do que pela vendagem de discos.

Por essas e outras razões, convido não só os leitores desse blog, mas principalmente os operadores e profissionais de comunicação a voltarem um pouco os olhos a área de Economia Política da Comunicação e Cultura. Ela nos serve como subsídio para entendermos as diversas relações sociais e econômicas que estão inseridas e não param de surgir nesse novo contexto social em rede embricado pelas novas tecnologias.

Atenciosamente
Rafael Gomes

Wednesday, June 16, 2010

O Universo das Redes Sociais

É tudo muito bom, mesmo?

Se você é como eu, possui conta no Twitter, está inserido em diversos sites como Facebook, Myspace, Orkut e por aí vai, na certa já ouviu, leu e até bateu papo sobre a importância ou o papel que as redes sociais digitais estão cada vez mais aprimorando o nosso comportamento enquanto cidadãos inserido neste contexto globalizado, fica aqui a percepção de que igual uma vez questionei sobre o processo de democratização da comunicação, me parece haver um fortalecimento hegemônico dos discursos sobre seus benefícios.

As Redes Sociais Digitais aprimoram e contribuem para o que o processo de democratização da comunicação e da informação sejam extendidas em seus mais diversos pontos. Não há como transgredir ou se por no papel de carrasco buscando encontrar aí algum problema que `olhos nus, nao existe. O que fica em questão é como então distinguir se o que atualmente é discutido realmente oferece a bagagem necessária para se opor ou defendê-la exaustivamente.

As redes sociais na Internet começaram a aparecer ainda no período em que todo mundo tinha um album virtual (quem não se lembra dos famigerados fotologs?) a partir dali foi um salto para as outras redes, youtubes, etc.. (ta bom, o próprio mIRC) era uma rede social divertidíssima diga-se de passagem. Enfim, não há como eu pus acima, como negar que há propriedade e benefícios nas redes sociais, mas me chateia como as vezes a permanência no tema não trata dos assuntos como eles realmente precisam ser colocados.

Os espaços digitais são um território livre? e como são porque então nos comedimos quando expressamos uma opinião contrária ao que realmente está tomando conta? Hoje se discute Redes Sociais com aqueles olhares escolados e procura-se entender a questão da interação e conectividade sem se buscar perceber como isso nos afeta no mundo real. E que, aliás já se vem acontecendo. As redes sociais estão aos poucos virando palcos de ameaças veladas que tem implicações sérias no mundo real.

Esse nao é só o alerta. Existem outros pontos que também não podem deixar de ser mencionados. O fato de ainda podermos ter acesso com liberdade à informação na Internet e com isso a profusão de informação é incalculável em redes sociais como o Twitter, como filtrar o conteúdo que seja necessário e livre de qualquer julgamento? Aos poucos saimos da objetividade e estamos adentrando no espaço da subjetividade não pode-se dizer que isso seja ruim, mas também vale algumas ponderações à esse respeito, inclusive dos operadores de comunicação.

Atenciosamente
Rafael Gomes

Tuesday, June 15, 2010

"Pelo Preço"

Às voltas em João Pessoa e campina Grande.

Após uns dias de ausência, tanto do Blog quanto de Aracaju, retorno as postagens com o que eu chamaria de "slogan' do grupo: "Pelo Preço" foi um dos jargões mais explorados por mim e por uma galera enquanto estávamos na cidade de João Pessoa e Campina Grande, Paraíba na última semana durante as apresentações do INTERCOM REGIONAL e, como a gente não dorme de touca, optamos por passar 02 noites na cidade de João Pessoa.

Ao contrário do que me aconteceu quando visitei Natal pela primeira vez (quando não esperava nada da cidade e me surpreendi com a capital do Rio Grande do Norte), em João Pessoa tinha uma leve idéia do que poderia encontrar. Uma cidade que lembra nas ruas um pouco a cidade de Aracaju. A cidade hoje conta com quase 750 mil habitantes e a zona metropolitana já ultrapassa os 1.100 milhão de pessoas, mas apesar dessa multidão, a cidade ainda preserva um quê de pacata e com muito verde.

Verde, aliás, impera na cidade, muito arborizada e com algumas praças e parques muito bonitos, o mar de águas muito calmas e areia fina corroboram num cenário bem tranqüilo para a cidade e esse clima é bem propício para se passar alguns dias de descanso (recomendo a quem tiver interesse). A gota d’água para transformar a cidade num destino excelente foi quanto ao custo. João Pessoa tem um custo significativamente mais baixo entre algumas cidades, sobretudo Aracaju que, deu pra perceber é uma das capitais mais caras do nordeste (o que não é mérito a meu ver).

Era possível comer bem e consumir ótimos produtos numa das áreas mais nobres da cidade pagando em alguns casos até 40% menos do que se paga aqui, combustível, por exemplo, enquanto se paga em Aracaju o preço mínimo, que gira em torno de 2,47 (um posto na avenida Augusto Franco), em João Pessoa, vários postos cobravam a bagatela de R$ 2,19 pelo preço do combustível.

O preço dos imóveis numa rápida pesquisa também não chegou a ser diferente do que é praticado por aqui, embora com um pouco mais de opções por lá. Mas nada tão absurdo. As impressões em geral que tive sobre a capital da Paraíba são muito boas, guardam muitas semelhanças com a cidade de Aracaju, mas também alguns problemas ou diferenças não podem ser deixados de lado. Infraestruturalmente, Aracaju se mostra superior e alguns serviços são oferecidos de melhor forma. Alguns contratempos indesejáveis como a compra de passagens para Campina Grande (que rendeu algum bate-boca com o atendente da rodoviária).

Apesar de passar somente 02 dias na cidade, deu para apreciar alguns locais. Foi possível perceber que a cidade vem crescendo e muito e se infraestruturando bem rapidamente. A chegada de várias multinacionais vem adquirindo um ar cada vez mais cosmopolita a cidade sem tirar o clima de cidade pacata.

Campina Grande e o INTERCOM Regional

Já para a cidade do "maior São João do mundo". Algumas considerações devem ser feitas. 1 - A cidade é de médio porte, com alguns arranha-céus e com um status de cidade universitária, é possível encontrar muitos jovens pela cidade. Mas apesar disso, Campina Grande guarda também algumas belezas, como o açude novo e o velho e alguns parques bem interessantes.

Fomos lá por conta do INTERCOM como já havia dito acima e, por culpa dele (sem eufemismos) ficamos na cidade. O saldo do evento também foi positivo, embora com falhas severas da organização do evento que espalhou os eventos em diversos locais dificultando a logística dos eventos para os estudantes e profissionais. Pessoas que ficaram nos alojamentos nem conseguiram expor direito seus trabalhos por conta da dificuldade e da distância que ficava dos locais de apresentação e dos alojamentos.

A oferta de oficinas e painéis também foi relativamente abaixo do esperado. Pessoas que precisavam expor seus trabalhos e conseqüentemente se matricularam nas oficinas foram impossibilitadas de fazer, pois elas ocorreram em 02 dias e era preciso comparecê-los para adquirir o certificado, o que não tinha condição de acontecer. (não só a mim quanto ao meu grupo que foi apresentar trabalho, isso foi um dos aspectos negativos).

Mas nem só de congresso vivemos. Conhecendo o famigerado forró da cidade, fomos ao parque do povo e podemos constatar que realmente é o maior São João que já vimos (Embora fique aqui um adendo, estruturalmente, o forró-caju se sai melhor) além de ser bem mais organizado que o de Campina Grande. Contudo, valeu à pena conhecer, fizemos amigos, contatos, conhecemos a "Dona Encrenca" (essa é pra quem estava lá) e muitas outras coisas.

O post até está bem maior, compensando o atraso. Muitas histórias para se contar em algumas linhas. O saldo da viagem, muito bom. Agora fica a expectativa para que o INTERCOM Nacional seja tão organizado quanto foi o de Curitiba, no ano passado.

Mais informações sobre o que seja o INTERCOM, neste site.

Abraços à todos
Atenciosamente
Rafael Gomes

Thursday, June 03, 2010

EAD X Ensino Presencial

Suas Vantagens e Desvantagens

Pegando carona na matéria que o Portal Infonet disponibilizou sobre o Ensino à Distrância e, nao pouco oportunamente há exatamente uma semana, participei de um programa chamado, Atitudes Vencedoras, na TV Caju exatamente sobre este tema. Afinal, por que o embate existe? Pois todos são iniciativas de tornar a educação o mais ampla possível e com isso diminuir o aparente "gap" que existe dentro do ensino infanto-juvenil e dos dicentes, após vários anos de descaso com a educação que configurou a sociedade Brasileira.

Desde o advento da Internet e ao passo que esta ficou mais difundida entre os meios sociais, os serviços não pararam de surgir, a educação não seria diferente. Tanto que é possível ver a profusão de universidades, ensinos superiores de curta duração e diversos ensinos num estimulo constante para que a sociedade Brasileira adentre ao ensino superior, facilitando a realidade de muitas pessoas que não tem condição de pagar por uma educação presencial (que em geral é mais cara que o Ensino à distância) ou porque nao possuem tempo suficiente disponível para cursá-lo em uma universidade.

O embate existe porque para muitos defensores do ensino presencial. O convívio com outras pessoas e o diálogo reiterado com experiências fornecem uma bagagem a mais no processo de ensino e formação de cidadania das pessoas, no ensino presencial é possível trocar essas informações e experiências de modo mais atuante e essa condição de se encontrar frente a frente contra os problemas de convívio humano podem fornecer a bagagem necessária para os desafios que serão enfrentados pós graduação.

O Ensino à Distância por outro lado, o estudante tem a capacidade de regrar o seu estudo. podendo conciliar totalmente sua condição no trabalho ou financeira, sem ter a necessidade de contato diretamente com outras pessoas diariamente como o ensino presencial. A vantagem dos cursos EAD é que estes trabalham com cursos de curta duração e com um planejamento que facilita o estudo e o torna muito mais dinâmico para o aluno. ele consegue fracionar o seu tempo e com o advento das novas tecnologias, fica mais fácil adquirir diversas fontes que tornam o estudo com mais fácil absroção.

Aliás, o professor adquire um status diferente no EAD, ele nao é o professor aparentemente dono do saber, passa a ser o que chama-se de tutor, a pessoa que fiscaliza o ensino dos que optaram pelo modelo de educação a distância. É necessário um ritmo e uma concentração muito maior no EAD do que no presencial pois, em geral, o aluno de EAD aprende em casa e com todas as comodidades que o ambiente familiar oferece, a distração se torna um perigo importante para a aquisição do conhecimento (fato que é comprovado pelo alto número de disistências).

Ainda assim, ela é uma opção favorável a quem não possui tempo disponível, sobretudo no Brasil. Aliás, ledo engano quem achar que as experiências de EAD soh se tornaram populares agora nesse início do séc XX. Muito pelo contrário. durante as décadas de 80 e 90, programas como o Telecurso 2000 que eram frequentemente e ainda são exibidos pela TV Globo, são exemplos de educação à distância que deu muito certo. No Brasil, a experiência com o EAD começou ainda por volta da década de 70, com programas de educação elaborados pelo governo militar tendo o rádio como principal propagador, o hoje esquecido: Projeto Minerva.

Não há como negar que com as novas tecnologias, o aprimoramente da educação torna até mais cômodo o serviço de EAD, na Europa já nao há mais distinção entre ambas as modalidades e diversos cursos já estão sendo utilizados mesmo pelas redes sociais, como é o caso da Universidade de Washington nos EUA que oferece para os alunos de mestrado, aulas através do Twitter, já exibindo uma tendência que poderá ser muito comum nos próximos anos.

O desafio agora nao é saber qual destes modelos é o melhor. É encontrar um denominador que transforme a educação atual num processo cognitivo de qualidade contribuindo de maneira positiva para a melhor formação profissional do cidadão daqui pra frente.

Cordialmente
Rafael Gomes

Wednesday, June 02, 2010

A Mercantilização da Informação Digital

O perigo de "privatizar a Informação" na Internet.

Se a
Internet é conhecida como território livre ou, uma "Esfera Pública transnacional". Vou tomar pra mim esse conceito exposto por Sérgio Amadeus no seminário de Mídias digitais que ocorreu semana passada em Aracaju e que fica insistentemente voltando a mesa, será que estamos caminhando para mais um período em que a força proposta pela Internet não precisará mais das mídias atuais e na certa, a informação não mais privada?!

Quando adentramos o universo das redes sociais e a rede por si só já nos dá um indício do tamanho de informação que nos chega. A propriedade da informação não é de uma rede, ou de um jornal só, agora todos detêm essa possibilidade de informação. Então como sobreviver nesse novo mundo? Aceitando as divergências e tendo que crer que as mídias tradicionais sucumbirão ao avanço tecnológico não fica ainda muito claro, visto que parece que a tecnologia costuma sempre agir mais em benefício das grandes cadeias de informação do que um inimigo incólume.

A crise que assolou a economia americana e países Europeus (e que ainda os acomete) foi provocada pela falta de liquidez no mercado, a farra de crédito que fez com que as pessoas adquirissem várias coisas sem prever que algum problema poderia acontecer. Afetando bancos, consumidores comuns e diversas empresas. O ramo de comunicação nao ficou atrás e sentiu o baque. A verdade é que com a Internet as tradicionais mídias se vêm num misto de prostituição entre o universo digital e o tradicional. Ao mesmo tempo em que combatem a livre informação, precisam também dela para aumentar e atrair um maior número de consumidores.

O futuro aponta para que meios impressos percam cada vez mais espaço frente a telas monocromáticas e e-books nos enchendo de informação das mais variadas. Ainda que essa visão não seja defendida pela maioria, certos sinais de que isso possa ser uma tendência são evidentes. O Jornal financial Times por ex, afirmou que dentro de cinco anos, deixará de circular a sua versão impressa do jornal com uma história de mais de 120 anos. Uma batalha derrotada para a plataforma digital que se tornou uma rival poderosa dentro dos meios impressos.

O FF existirá somente, segundo eles, na Web. Não deixarão de fazer um excelente jornalismo, mas, a pergunta que fica é. E depois? A informação será destinada de forma gratuita? Ou será que devemos provavelmente desembolsar uma quantia mínima para adquiri-la? Esta última me parece mais provável e, seguindo cada vez mais a tendência para a mercantilização da informação no meio digital. Outro importante periódico, o NY Times, também se posicionou favorável à essa "privatização" da informação pela web e espera estar vendendo a informação a partir de 2011.

A princípio podem parecer atitudes isoladas, mas, pouco a pouco começamos a ver que o território livre que é a Internet aos poucos vai tentando se adequar as linguagens do mercado. Mas aqui há uma qualidade que ambiente virtual tem que a realidade externa não possui. A informação pode ser repassada e a informação que fora "comprada" pode ser então adquirida livremente acessando-se por um blog pessoal (como este aqui) ou por outros espaços como as redes sociais. O que parece é que a "esfera pública transnacional" se comporta além das leis de mercado e isso, num primeiro momento poderá agir em nosso favor. Resta saber só até quando.

Cordialmente
Rafael Gomes

Tuesday, June 01, 2010

O Dia Nacional da Imprensa

O que temos para comemorar?

Hoje, é comemorado para os profissionais de comunicação, mais especial para os jornalistas (do qual eu faço parte) o dia nacional da Imprensa. Mas, será que há algo para se realmente comemorar? Ainda mais sendo jornalista no Brasil? Onde vez ou outra, somos constantemente ludibriados pelas informações que lemos e ou os perigos que a profissão passa, não só no Brasil, mas em todos os outros países?

A imprensa nada mais é do que expor à sociedade algo que cada ser humano necessita - Informação. Já reparou como é difícil viver sem informação? O quão só e totalmente dependente todos nós estamos de saber o que se passa não só no aspecto regional mais também nacional e mundial. "Do que me interessa saber que Israel bombardeou Palestinos na Faixa de Gaza se eu não passo esse perigo aqui no Brasil", cada um pode pensar. Mas o impacto dessa informação te reveste de muito mais "background" (como uma ex-professora minha dizia) do que outro fato em seu cotidiano.

Ou o que pensar dos jornalistas que vão cobrir em front de guerra, nos pontos mais isolados do mundo. Levando essa informação, às vezes dispensável (embora ache que qualquer informação seja indispensável), mas não deixando de ser informação para que todos nós possamos ter o conhecimento. Afinal, o conhecimento ainda é um diferencial que pode nos colocar em destaque ou nos achincalhar pela falta dele. Ainda mais em tempos onde as novas mídias transformam um deslize local ter efeitos em escala global.

No Brasil, mais recentemente os jornalistas foram apunhalados pela decisão do Ex-Ministro do STF, Gilmar Mendes de não ser mais obrigatório o diploma da profissão de jornalista. Particularmente não posso ir de encontro à minha classe, pois entendo que estaria atirando no meu próprio pé. Por outro lado, entendo que o saber jornalístico não exige nada mais, nada menos do que técnica e uma boa bagagem teórica. Mas a profissão de jornalista implica muito mais em saber apenas escrever ou redigir matérias para meios impressos, audiovisuais ou digitais.

Na Universidade, os futuros profissionais não possuem só a oportunidade de vivenciar a profissão através dos estágios, mas de perceber que a profissão de comunicólogo precisa vir primeiro e, depois sim, a habilitação em jornalismo. E é essa noção de comunicólogo que um curso técnico ou que o simples saber jornalístico para redigir uma matéria é que se torna primordial para o jornalista que sai da academia para a pessoa que simplesmente sabe escrever bem.

O diploma não encerra a discussão se é melhor tê-lo. Mas além de valorizar o profissional, o principal propósito para se valer da não obrigatoriedade nada mais foi do que reduzir o salário pago aos profissionais o que, na verdade é algo que vem acontecendo e vai acontecer mais cedo ou mais tarde, vide exemplos que aconteceu em prefeituras como a de Cabedelo na Paraíba, onde o profissional receberia de vencimentos, um salário mínimo.

A Imprensa atualmente é ameaçada tanto pelos grandes conglomerados de mídia, quanto pelos meios judiciais. E até mesmo pelas Novas tecnologias. Isso quer dizer que a profissão deixará de existir? Não acredito muito nessa visão apocalíptica, cada vez mais se vê necessário o papel do operador de comunicação no intuito de filtrar e selecionar os bons conteúdos com o propósito de oferecer ao cidadão uma informação mais robusta, adequada e com sustentabilidade. E esse é o paradigma a ser conquistado daqui pra frente.

Cordialmente.
Rafael Gomes

Monday, May 31, 2010

Reestilizando a Cultura Pop.

Lady Gaga e a Androgenia

Estou pisando em solo desconhecido neste post. Vou me atrever a escrever sobre o fenômeno cultural da música Pop no momento. A famigerada Lady Gaga e sua imensidão de fãs que se aglutinam num coro para defendê-la e analisá-la como uma descoberta cultural com estilo e com profundidade se comparado aos padrões musicais reinventados constantemente pela industria fonográfica para verem seus lucros triplicados, numa realidade totalmente digital.

Pois bem, Lady Gaga é o novo fenômeno da Música pop, com algumas letras que beiram a falar sobre crises existênciais, comportamentais, relacionamentos e se utilizando de um guarda roupa um tanto pitoresco, conseguiu atrair a atenção do público e dos fãs com seu jeito espalhafatoso e (transgressor??) onde atualmente o mercado fonográfico busca insistentemente o genêro metal melódico hardcore como é conhecido o estilo EMOCORE (as bandas EMO).

É um fenômeno midiático, não há como negar isso, Tanto que as tradicionais cantoras pop, como a Madonna, Britney Spears, E Cristina Aguilera e todas as outras que vieram no mundo pós início da internet, agora buscam copiá-la (até mesmo a Madona) muito embora, esta ultima seja para Gaga uma fonte de inspiração. O fato é que para olhos livres de pré-conceitos concebidos, Lady Gaga beira à bizarrice, no entanto não tornarei a usar esse termo, pois concordo que, Gaga nada mais seja do que uma reinvenção de um produto cultural que andava fora de moda: A Androgenia.

O que dizer de elementos da contracultura do século XX que foram fenômenos e ainda hoje são respeitados pelas atitudes transgressoras que assumiram ainda em anos onde era quase impossível se falar sobre tais assuntos? Lembrar de David Bowie e Ziggy Stardust é um exemplo bem particular. David Bowie criou um personagem espacial durante a década de 70 completamente psicodélico com letras de músicas que beiravam a reflexão de temas cotidianos no periodo.

Na decada de 80, houve a explosão do gênero, e um grande ícone dessa geração foi o cantor Boy George. Um sucesso estrondoso no início da decada com a banda Country Club e que expôs ao mundo novamente letras que falavam sobre alegrias, relacionamentos, entre outros, novamente com roupas, acessórios e maquiagens em excesso. Alias, Boy George até por muito tempo tanto quanto David Bowie confundiram a imprensa quando se perguntavam se era realmente homem ou mulher, um pouco semelhante quando a Lady Gaga surgiu no universo pop.

De modo que atualmente, o fenômeno da musica mundial, nada mais é que uma reinvenção da Androgenia reestilizada. Particularmente nao me agrada a cantora, mas ela está aí fazendo sucesso e agradando a gregos e troianos. Mas como tudo é moda, dentro de pouco tempo, também corre o risco de cair no ostracismo. C'est la vie.


Cordialmente
Rafael Gomes

Sunday, May 30, 2010

"Essa dancinha..."

O Futebol Brasileiro é um ballet

Primeiro, por que precisamos de um comentarista ao assistir um jogo de futebol? Na certa, estamos vendo o jogo, se a câmera acompanha as jogadas então somos testemunhas dos lances e não precisariamos destes habilidosos e perspicazes profissionais da arte do jogo. Não estou sendo irônico, até que existem alguns muito bons, poucos mas nao me lembro de nenhum até o momento, infelizmente.

Mas de um tempo pra cá, a linguagem dos jogos e comentaristas as vezes beiram ao ridículo. A tradição com o "maior comentarista" da mais importante emissora Brasileira é um exemplo fiel disso, lembrar de alguns deslizes colossais que o dito cujo já teve a habilidade de dizer não falta. Enfim, as vezes os jogos perdem completamente o sentido com a conversa e troca de afagos e camaradegens entre os comentaristas.

Chega-se mais uma copa e a gente vai observar isso com uma evidência tamanha. A rasgação de seda que será as transmissões para com alguns jogadores, jogadas entre outros, ou então com comentários insistentes sobre as danças comemorativas dos jogadores, um tributo ao bizarro mas, já que os jogadores o fazem deixa eles é a euforia de uma conquista. Ainda que também nao veja sentido para tamanho estardalhaço televisivo.

O que realmente é tosco é presenciar em alguns jogos, o tempo que se perde falando sobre as comemorações. "A coreografia nao foi muito boa", ou então "ele nao chamou o jogador pra dançar com ele". Me parece estar assistindo à um circo ou um show de dança com os comentaristas (altamente entendidos) dando pitacos sobre os passos, quase julgadores, uma beleza.

Hoje, o Futebol Brasileiro é um Ballet contemporâneo.

Abraços
Rafael Gomes

Friday, May 28, 2010

"As TIC's alteram a Distribuição de Poder"

Um olhar sobre a web 3.0

No segundo e último dia de palestras no seminário de Mídias Digitais, o debate hoje se deu acerca da web 3.0 e os novos paradigmas construídos com essa nova roupagem. Mas, afinal de contas, o que vem a ser esse 3.0? Em linhas gerais, ainda não saimos da web 2.0 Pareço estar falando sobre linguagem automotiva do que internet nao é? Mas, caro leitor que possivelmente esteja lendo este texto, fica fácil entender nos parágrafos abaixo.

A Web 1.0 seria aquela no ínicio da Internet, quando os sites eram interpostos na rede, ainda com a (saudosa???) conexão discada, bem no início. A web 2.0 é a qual nós vivemos. embasada em cima dos portais de conteúdo, de site de buscas dos sites de relacionamento. A web 3.0 é uma promessa para daqui 5 ou 10 anos, quando, para alguns estudiosos, haverá a possibilidade sinergica entre os sites, se intercomunicando criando um ambiente convergente ainda não experimentado.

Essa é a temática abordada no seminário. os caminhos da evolução da Internet daqui pra frente. Hoje, meu post começou com essa interferência que o pesquisador Sérgio Amadeus, de forma brilhante esboçou há pouco no seminário. Não há como negar que as novas tecnologias produzem um pêndulo invisível que tende a modificar planos no mundo real. Basta dizer hoje em dia que se uma declaração sai em sites como o twitter, atinge proporções tão grandes que não há como esta interferir no cotidiano de cada um.

Alias esse é o real caminho, hoje as mídias se falam não há mais um termo isolado entre elas há uma interdependência cada vez maior e isso acaba criando uma mudança constante dentro da sociedade. "As crianças hoje já não gostam mais de ver TV, preferem à Internet", explica Sérgio, envoltas em ambiente de tecnologia as crianças aprendem desde cedo a operacionar esses meios e com isso produzem conteúdos e dominam as novas tecnologias de modo muito mais eficiente que nós adultos.

Mas em um momento, da palestra. Amadeus disse: "As empresas que estão na web trabalhando com controle da informação estão indo por água abaixo". Essa é realmente a tendência muito embora hoje mesmo já vemos fortes iniciativas de que o contrário possa realmente caminhar para a privatização da Informação. É só pra notar como o debate é acalorado, há poucos dias, o Portal de Notícias do NYT afirmou que até 2011 espera já cobrar pelas informações na Web. Na linha adversa. o Financial Times, afirmou que em 5 anos, o jornal não mais será impresso, existindo apenas no meio digital

Essa é só uma das diversas situações em que o processo de democratização da informação através das TIC's estão inseridas em escala global e como cada vez mais é importane o papel do operador de comunicação no intuito de filtrar esse conteúdo, oferecendo uma informação de qualidade. Hoje, qualquer pessoa detém conteúdo e informação capaz de atingir à todos e a tendência é que isso não pare de crescer e vermos quanto é importante extender essas discussões no plano real tanto quanto no plano virtual.

Continuem acompanhando através do site do seminário:

Cordialmente
Rafael Gomes

Thursday, May 27, 2010

Um Governo Digital

O governo de Sergipe nas Redes Sociais - Uma idéia positiva.

Diversos Amigos, Professores, Profissionais de Comunicação, Jornalistas. Uma gente informada e "nerd". Ta bom, nem todos, mas quando se junta publico, Internet e redes sociais já dá pra perceber o quanto essas pessoas passam horas a fio na frente de um monitor. Esse público bem "uptime" estava presente hoje no Seminário soobre Mídias Digitais e Transformações sociais, um evento desenvolvido pelo Governo de Sergipe, através do Núcleo de Cultura Digital da Secretaria de Estado da Comunicação.

Um governo imerso nas redes sociais que existem hoje na Internet na certa pode soar como propaganda partidária e defesa ideológica. Não é o caso aqui, a proposta e ser uma outra voz frente as fontes oficiais de informação. O que é uma iniciativa não só corajosa mas principalmente inovadora entre as principais entidades públicas não só do Estado de Sergipe mas também do Brasil. O ambiente digital proporciona uma cadeia de relacionamentos que ultrapassa o corpo-a-corpo comum durante a campanha e torna a sociedade mais próxima das ações do governo.

Ponto para iniciativa, quando se está inserido nessas redes, o governo é torpedeado por críticas, sugestões e elogios. Algo que o serviço oficial de notícia não possibilita mas que o blog, o faz e muito bem. A linguagem de novos meios através da convergência é o que torna expressivo a sua necessidade pois o ambiente de interação se torna cada vez mais embricado. Aparece aí, as figuras de proximidade e afetividade das pessoas que vão sempre dentro do blog ou dos perfis em sites como twitter, facebook e myspace, dando aquele vínculo de "estou próximo do governo".

Dando a percepção de união e de que fazem parte. Ainda que o trabalho não seja lá só um mar de rosas. Também é preciso atender as demandas urgentes e pelas intempéries as quais toda esfera governamental passa. Como resolver problemas na rua tal, concurso para provimento de cargo X, sanemanto no bairro tal, etc.. As vezes, a máquina pública não tem condição e, nem logística para atender essas demandas. Nesse momento as ações do governo através do perfil nas redes sociais, tenta minimizar proporcionando um feedback muito mais amplo.

Na noite de hoje, a primeira a palestrar foi Maíra Ezequiel, atual coordenadora do Núcleo de Culturas Digitais. Por coincidência, fora minha professora ainda na graduação e quem conhece a moça, sabe da competência dela, embora ela mesma dizia em aula sofrer de transtornos de bipolaridade, se saiu muito bem na condução da exposição do Case do E-Sergipe, explicando até que o projeto nao tem nem um ano de implementação mas que atingiu resultados bem satisfatórios, o que é relevante visto que a presença governamental nas redes sociais ainda é mínima.

A segunda palestra foi da Ms Soad Sommereyns, esta, funcionária do departamento de Informações Públicas da ONU, eixbiu com profundiade imagens e experiências do uso da internet para promover mudanças dentro da esfera social. Soad é uma das mais importantes profissionais no setor de divisão de notícias, além de ser uma oportunidade única de se conhecer o trabalho desenvolvido por um dos mais importantes órgãos mundiais, foi positiva a troca de experiências e a contribuição que a web vem trazendo para a sociedade neste novo Milênio e que essas iniciativas não podem parar.

Apesar de todas as coisas boas, houve somente um pequeno problema, mas não para àqueles que estavam no seminário e sim, para os que assistiram via web: "O streaming deixou a desejar, ficando aquém da qualidade gráfica mostrada no projeto gráfico e da proposta do tema e o audio esteve baixo durante a fala da palestrante". Afirmou George Lemos, que tentou acompanhar a palestra pela internet. Mas segundo ele, problemas pontuais que não tiraram o valor do seminário.

Agora fica a espera para amanhã com o debate sobre uma das mais quentes discussões no ambiente digital do momento, a web 3.0 e como ela afetará a nossa relação com a internet a partir de então Mas por enquanto,fica o encerramento deste post, parabenizando a iniciativa e fico até com uma sugestão. O evento poderia se extender em uma edição anual e contar com a participação ainda mais de novos atores sociais, estudantes e profissionais, apresentando pesquisas e desenvolvendo conteudo e conhecimento acerca das iniciativas governamentais interferindo no relacioanmento com o cidadão nas novas redes.
Enfim, é só uma idéia.

Cordialmente
Rafael Gomes

Wednesday, May 26, 2010

Foreign Affairs - Brazil & Turkey Agreement

Iran and the old Odyssey

Although being a believer that Iran government has absolutely opposite strategies when it comes to say of Nuclear Energy. I can't deny the great efforts made by Turkey and Brazil to solve this question. With a great deal solution however, once again, it seems that for most part of world leaders it is better to dump efforts and act strongly instead of doing properly a new diplomatic-treatment.

I'm not giving points to the Brazilian and Turkish Administration by achieving this agreement, but more than that. they really fought roughly a batle that other nations were incapable to get. the UN Security Council still seems to apply sanctions rather than expose new international actors that could gamble a new deal, just like Brasil and Turkish did.

This article from the NY times try to explain what it's going on behind the scenes. I strongly recommend all of you readers to take look.

Cordially
Rafael Gomes

Tuesday, May 25, 2010

Nota Explicativa

Por motivos de força maior, retirei o texto entitulado: Prêmio Carequinha, o Crack e o Governo de Sergipe deste blog, já que o mesmo causou descontentamento entre as partes envolvidas e visto que não foram devidamente informadas e nem cederam direitos para a veiculação apropriada.

O texto apresentado expressava minha opinião em relação ao tratamento do artista circense. Em nenhum momento foi consultado ambos os grupos citados no texto sobre as informações. Foi exatamente por este motivo e por entender que a atitude feria o princípio do contraditório envolvendo as partes citadas na matéria que resolvi excluí-la e interromper a série de divergências que dela poderiam ser causadas.

Todavia, reafirmo a posição de que, este blog tem o compromisso de expressar a opinião do proprietário sendo que este tem liberdade garantida e assegurada pelos principais corolários jurídicos do qual pertencemos. Ainda que a matéria tenha expressado tal opinião, esta causou certo mal estar dentro da secretariado e da gestão atual.

Meu compromisso não é de atacar a atual gestão contudo, este sim, de expor deslizes que podem viciar a informação veiculadas nos meios oficiais. Nem tudo são flores como da mesma forma, nem tudo sao espinhos. Há sempre duas versões para cada fato. E não imaginava que o espaço adquirido por este blog causaria esse desconforto.

Peço desculpas aos Grupos citados na matéria e também ao Governo que fora criticado pela matéria sem que houvesse sido dado o direito de resposta devido, muito embora este espaço sempre esteve e estará disponível à todos que quiserem manifestar sua opinião, controvérsia e acordo com as idéias aqui transcritas.

Saudações
Rafael Gomes

Saturday, May 22, 2010

Usina Nuclear em Sergipe

Por que devemos tê-la?

O assunto entre os principais portais online e folhetins do Estado de SE no momento é quanto a questão de se adotar uma usina nuclear em Sergipe. Embora muitos defensores do meio ambiente comecem a atirar paus e pedras sob minha pessoa, me mantenho favorável em situá-la no estado, mesmo que saibamos que não há bônus sem que haja ônus e, nesse caso, ele poderia ser catastrófica vide exemplos que ocorreram em alguns países do Leste Europeu em idos do final da década de 80 do século passado.

Mas vamos à algumas razões importantes. Em primeiro lugar. O País precisa prever a demanda de crescimento que ele pode comportar nos próximos anos.Dinamizar o consumo energético e variar as fontes de Energia não é só uma necessidade ambiental é principalmente econômica e social. Quanto à Energia Eólica e Solar, são exemplos de energia limpa 100%. Nao despejam nenhum tipo de resíduo no meio ambiente e alguns países desenvolvidos já adotam como é o caso da Holanda e da Alemanha

A Alemanha é um caso bem particular no investimento em fontes renováveis de Energia. Isso já ocorrer por lá com grande presença desde a década de 90 do século passado. Praticamente metade do país consome energias renováveis, até mesmo com estímulo ao consumo desse tipo de energia e rateio de custos, como explica este site. Alias essa seria uma iniciativa vindoura ao Brasil se fosse aplicada.

Mas tanto a Energia Eólica quanto a Solar também apresentam certas falhas. Uma das principais é que elas ainda precisam conviver com outras fontes de energia (termoelétrica, hidroelétrica ou Nuclear) pois armazenam energia (no caso da solar) e precisam recarregar suas baterias. Em um país com dimensões pequenas, sua aplicabilidade seria muito maior.

Quanto à energia Nuclear, vejamos no caso do Brasil. O Brasil possui a 6ª maior reserva de Urânio do Mundo. É um potencial energético enorme que deve ser aproveitado não só dentro da capacidade energética mais para outros fins científicos (não-militares). É perceptível o risco de se construir, fiscalizar e manter uma Usina Nuclear, primeiro porque a mesma leva muito tempo para ser construída (média de 10 anos), segundo pelos rigorosos sistemas de construção armazenamento do material radioativo e obediência das normas internacionais de segurança.

Estima-se que o investimento no Estado seria na ordem de U$ 4 Bilhões, contudo esse valor seria para a instalação, equipamentos, só que com a usina, devem ser encaminhados investimentos em infra-estrutura, local, da região, treinamento entre as cidades circunvizinhas, capacitação pessoal, a nível internacional, nacional e local, o que ultrapassa o valor citado para próximo de U$ 10 bilhões.

Comparativamente com a Energia Hidroelétrica, os defensores afirmam sobre o impacto da energia nuclear no meio ambiente local. Definitivamente eu tenho sérias ressalvas quanto à isso. A região de Belo Monte hoje no Pará corre sério risco de se ver inundada, populações indígenas desalojadas e um potencial imenso de pesquisa em plantas que poderão ser perdidos com as barragens. A degradação do meio ambiente com a construção de uma Usina Hidroelétrica é, ao meu modo, tão danoso ao ambiente quanto a Energia Nuclear. Senão vejamos o caso por ex, da Construção de Itaipu, hoje a nova geração talvez não saiba, mas a região abrigava as sete quedas.
As 7 quedas (Garganta do Diabo).

Lógico, a fiscalização precisa ser redobrada com a construção da Usina, mas a atenção deva ser maior quanto ao rateio e pagamento de royalties quanto ao excedente energético, A Usina não beneficiaria o Estado de Sergipe, seria vendida para os estados vizinhos. Daí também a necessidade dos futuros governos investirem, caso seja definida a Usina no Estado, em trazer Indústrias de ponta tecnológicas para a região (semicondutores seria um ótimo exemplo).

No mais, um profundo artifício de fiscalização de verba. É fato que, se o Estado conseguir, a quantia é absurda que o Estado irá receber, quase 1/4 do PIB Sergipano (que é algo próximo de R$ 13..5 bilhões) em um só investimento, o que é de encher os olhos de boa parte do centro político do Estado, será inevitável que parte deles não utilize a usina como espólio eleitoral para os próximos anos, o alerta fica para que este não beneficie somente esta parcela de pessoas.

E você? É favorável?

Saudações
Rafael Gomes

Saturday, April 10, 2010

Chuvas e a Calamidade Pública

As imagens que nos chegam pela televisão nos entorpecem. Casas, barrancos, imóveis, vidas que são perdidas pela força de uma chuva. Catástrofe que nós, enquanto seres humanos não predispormos de maneiras suficientes para, na medida do possível ou no limiar do perigo, evitá-las, porém há conhecimento suficiente para senão evitá-las, preveni-las.

Não há aqui porquê sentir remorso pelos meus comentários. A tragédia que assola parte do Rio de Janeiro e de diversas outras cidades do país tem raízes profundas no modo de distribuição de renda que não fica nem um pouco distante dos modelos de especulação imobiliária, danosos tanto no passado quanto no presente. A distribuição populacional da cidade do rio de janeiro e de muitas outras obedeceram a esses critérios de relevância, no modelo habitacional das comunidades carentes em questão.

Conforme a cidade vai expandindo-se para outros locais, as construtoras seguem um cronograma de posse e arrendamento dos terrenos. Ao passo que cria incontáveis conjuntos residências obriga antigos moradores a se afastarem ou a levantar suas residências em barrancos, encostas e locais que apresentam perigo à vida deles e das moradores desses conjuntos habitacionais.

Aqueles moradores oriundos dessas localidades nao tinham como angariar condições suficientes para morar em locais seguros, habitaram as encostas por serem de acesso muitas vezes mais fácil para os seus locais de trabalho pois quanto mais distantes maiores as dificuldades para esses moradores. Dessa forma se estende por longos anos e o crescimento populacional obriga as prefeituras e o governo a realizar benfeitorias a fim de oferecer o mínimo de dignidade para essas pessoas.

Sem que essas realizações não venham com outros ônus. É mais viável (não sei porquê) para as prefeituras, gastar vultosas quantias de dinheiro, pavimentando, colocando energia "criando" esgoto, para se cobrar o IPTU do que gastar um pouco menos em programas de arrendamento social e financiamento habitacional para essas famílias. Verdade seja dita que na atual gestão houve um incentivo maior para que famílias de baixa renda pudessem adquirir o próprio imóvel, mas essa realidade ainda não bate a porta do grosso populacional.

O gozo de programas como o "minha casa" acabam atingindo em maior quantidade as famílias com formação recente. As antigas famílias, moradoras dessas regiões, continuam a erguer suas casas nesses locais. Sem a menor garantia do governo e do município de que ao saírem, terão suas vidas re-estabelecidas em outro lugar.

O problema é grave, há conhecimento, há como se resolver, o que não há é vontade política e gestora para se fazê-lo.

Cordialmente
Rafael Gomes

Wednesday, April 07, 2010

Doloroso Despertar?

Quanto vale o investimento na educação superior?!

Alguém é capaz de calcular materialmente esse valor? Afinal se existem faculdades particulares é porque há um preço para tal. Mas, ainda assim, este preço tangencia o valor, moral e ético de seus anos dentro da academia?! Acredito que não, mas é exatamente por isso que vemos à quantas andam o descaso, com a ensino superior.

Falar em descaso em meio há políticas de ampliação de vagas e ensino dentro das universidades federais, financiamentos estudantis, pró-unis e tantos incentivos para que o brasileiro possa adentra o ensino superior chega a ser até heresia. Mas o descaso se constitui quando vemos à medida que essas políticas são aplicadas buscando ajudar àqueles que almejam o ensino superior e, em conseqüência, uma profissão.

Poderei aqui tecer comentários sobre as políticas afirmativas e ficar como muitos pais de família de classe média em geral que são contrários às medidas. Não, sou a favor delas, mas tão mais a favor que às cotas é necessário se buscar uma profunda reforma no sistema de ensino de base no país, este, atingirá muito mais profundamente a vida de todos os brasileiros e influenciando inclusive às graduações de letras que se multiplicam pelo país.

Isso já não é novidade. Alias, insistir na tecla de mudança profunda na educação de base desse país é algo discutido em livros de diversos escritores nesse país, vide exemplo Roberto Freire e tantos outros. Mas e para àqueles que já saíram das academias e se encontram com o mercado, é possível fracionar seu valor enquanto profissional?

Cada profissão possui seu grau de importância, as ciências em cada uma delas são necessárias pelo serviço público que estas nos proporcionam enquanto integrantes de uma sociedade. Mas ainda assim, individualmente chegaríamos à valores que satisfariam unicamente às nossas necessidades, não as necessidades reais.

Contudo não há como ficar incólume à diversas tentativas de ludibriar o cidadão que com esforço se forma nesse país. Vejamos o exemplo da prefeitura municipal de Cadebelo, na região metropolitana da Paraíba. Pois bem, a referida prefeitura realiza um concurso público no qual pretende contratar, profissionais como jornalistas, programados, publicitários, com apenas o 2° grau ganhando a bagatela de R$ 510,00 de vencimentos.

Isso não é tudo, os advogados e engenheiros, (estes com necessidade do diploma) levariam de vencimento R$ 617,00. É só uma amostra de como e até quando pode vir o descaso com o ensino superior e a determinada importância a formação profissional que muitos municípios e Estados Brasileiros procuram obter no seu quadro de funcionários.

Como jornalista, formado e diplomado, acredito que durante 4 anos dentro da academia a lição de vida que se aprende supera e muito apenas a práxis e a tecnicidade do saber jornalístico, propriamente dito. Sai da academia sendo um comunicólogo, capaz de atuar em diversos pólos da comunicação, e essa formação teórica, prática e humana, mão pode ser medida com salários, Mas, pode-se ver claramente que com os valores supracitados é cuspir na cara daqueles que esforçaram para desempenhar um trabalho de qualidade, com probidade e respeito em suas funções.

Fiquemos sempre de olho, nós enquanto profissionais (seja comunicação ou engenharia, ou medicina, ou jurídica) merecemos um respeito muito maior pelas instâncias públicas e privadas nesse país. Se a propaganda institucional invoca a necessidade de melhor instrução, que sejam dadas condições para que esse tipo de trabalho possa florescer, contribuindo para o crescimento profissional de cada um e de nossa nação.

Terrível, mas, vamos sobreviver

Saudações
Rafael Gomes

Tuesday, March 23, 2010

Quando a democracia aperta...

Até quando a liberdade de expressão nos meios digitais realmente causa impacto à ponto de nos tirar a paz e o sossego? Será quando sem querer (ou querendo) damos a entender que pontos de vista divergentes quando a atuação do governo se mostra muito mais escancarada do que a propaganda institucional enseja?

Senao vejamos. Qual seria o "louco" de malograr o Bolsa Família em tempos de eleição?? Na certa é um pró-pesedebista afim de ganhar uns pontos com a direita chamando de leviano o "pelego" de 4 dedos. Ou então o ultra-nacionalista querendo a proteção estatal a ponto de tirar-nos o direito da livre escolha (tem gente dentro do governo de situação com esse pensamento e nao me digam que não).

Mas pior seria esse que tem coragem de estampar aos olhos de todos que existem muito mais falhas do que acertos ou aquele que preferem persuadir a população mostrando que as benesses sempre são maiores que as consequências? Fica muito mais fácil mostrar as partes boas quando se tem um mundo de coisas ruins, não? Ajudar os Haitianos nos parece agora muito mais propício já que todos os Brasileiros estão erradicados da pobreza, analfabetismo e miséria plena.

A situação que se espelha dentro da União Federal se assemelha muito quando se compara a realidade dentro dos Estados. Vamos por a realidade aqui de Sergipe. Por ora, a impressão de quem chega é que a isonomia impera entre as opiniões quanto a postura política do atual governo e de seus aliados e oposição.

E não está enganado quem pensar dessa forma. Hoje a imagem do governo de Sergipe é mascarada pelos interesses dos grupos políticos vigentes, não há mais esquerda. Ela foi sucumbida pelos interesses individuais e coletivos sempre dos grandes conglomerados (e no caso de Sergipe, das grandes famílias que nao precisam sequer serem ditas nessa "humilde" postagem).

O equivoco é que se posicionar de maneira contrária pode causar em revelia reações com impactos cirúrgicos com a idéia de minar as diversas opiñões conflitantes que existem dentro da sociedade Sergipana e estão a baila de serem efetivamente libertadas. É preciso mostrar muito mais empenho em se expor as verdades em detrimento às falácias. A idéia de "pára-estatal", de locupletar o senso comum pondo em vistas uma realidade produzida dentro de agências de comunicação institucionais em nada exime a realidade convivida pelos cidadãos que procuram saude dentro dos postos de saude, ou matriculando-se nas escolas, ou tendo que pagar uma das tarifas mais caras de ônibus do nordeste.

Abrir o olho nunca é demais.

Cordialmente
Rafael Gomes

Sunday, November 22, 2009

Foggy Future?

Brazil Prepares to welcome Mahmoud Ahmadinejad

It is expected to next monday, nov. 23rd, the president of Iran, Mahmoud Ahmadinejad to visit Brazil for the very fist time. A visit that has been announced since early year and obviuslly will take most parte of nightly news throughout the week. Ahmadinejad is now coming to Brazil after an invitation made by President Lulla in 2008 to increase the relationship between both countries.

Brazilian foreign policy is building a real wide road into the international world. by picking assorted kinds of market that includes, African countries, Asian and east Europe, with a very logycal goal - To decrease the level of dependency from the richest countries seeking for other places and tradding with them have oppened a giant universe of possibilities, not only for traddings but international policy as well.

By taking some actions in Haiti, or claimming constantly a chair at the Security council at UN, or being a "star" at the reunion of the richest countries. it is no longer to see Brazilian presency inside of most part of gathering worlwide. what is really necessary to know is if this kind of "behavior" could qualify it to be an important actor in the whole new scenario, besides the advances made in different kinds of sectos in Brazil.

Technology for example and bringing this issue to the visit of Ahmadinejad. Iran is totally away more advanced in techonology (missile specially) than Brazilian. But that's not the main issue to be treated in this visit. Beyond than that. and that's not just pure coincidence to welcome both prime minister from Isreael and the palestine in the same month. it is just a demonstration to try to balance the forces between the american administration and Europe to put some new answers at the question.

Dealing straightly to the peace treatment at middle east and being an important piece trying to solve the iran issues with nuclear weapons could definatly guide Brazil to be one of the big listed countries in the matter of foreign policy. The problem is. Would Brazil be ready for this responsabiity?

Time will tell
by now, let's just see the Persians

Cordially
Rafael Gomes

Thursday, July 16, 2009

A Grisly Genocide

What's on denying important facts of history?

May sounds an stupid thing to say, but normaly, it would be considered an insanity to deny great chapters of history that much, that if we all keep with our mouth shutted or even dare to say something about the holocaust or slavery, could seems to be an heresy. I'm not trying to be the devil facing the reality of these facts but, why we all keep closing our minds instead of accepting controversing opinions? wether living in a democratic country must we all be free and express our point of view?

Regarding the situation which I have been a witness about 7 years ago. A teacher was obviusly denying both slavery and abolition here in Brazil. As an Impact I stay on my own, figuring out why of that. Even for me, being a brazilian and with traces of being from a black and white family, it was such an impressive thing to say, not only because it was a teacher, but it was from a law school, which, supposed to teach us better manners to treat others and get rid of old-habbits. (prejudice mostly)

Brazilian History has such important gaps, Firstly with the idea of the “discovery of Brazil” something that keeps being taugh all around Brazil and it is absolutely untruth. For those who doesn’t know, a settelment made by Portugal and Spain government stabilished limits of possession of Lands for both countries. At the time, It had been known that there wasn’t a hill far away at the sunset. So, in 1500 the Portuguese Crown was in a recognizing mission just to point its mark on the land and leave in a route to India. I wonder at the time in school if it was so.. “amazing” the discovery of Brazil but no teacher could ever answered me why they leave the country an throw it away for almost 50 years.

Another importat figure of Brazils history, “Tiradentes” considered as a hero becuase he had his body ripped up and exposed in a Square in 1791, After the crown pledged payment for sort of tax such as “derrama”. Those who were disapointed with the regime, get together and tried to defeat themselves from the crown. Tiradentes was not the leader of the group not even one of those who leadered some riots at the time. But still, I was just able to figure out that while in college because in school, never heard about it.

Just a couple months a father from the Catholic Church was obligated to apologize for his speeches of denying the holocaust. As I said in the beginning of the text, Im not denying as well. But my question is: Why we shouldn’t say no and not agree, without consider everything as a worldwide true. Controversy is necessary to build strong arguments, When we all accept what it is spreaded all over as the truth, we may get cheated for the little lines..

We must accept history facts, but not agree with all of them.

Cordially
Rafael Gomes

Monday, April 27, 2009

Nature and Enviroment

Are these two so tied up?


Have you ever noticed how delined most part of speeches concerned about enviroment issues are all so connected? Sometimes I get myself wondering wether it all of this come from. Kindness and sorrow for destroying and killing forest, waters drooling out from hoses, and some group of funky-trend-people, (a few of them are just worried about preserving but don't even know what the differences between nature or enviroment). Even scientist well-schooled, still faces some hardness trying to define it.

Just a couple weeks ago I was reading an article in a journal. An alert about the whole trend adopted by some countries, just to sparkle (and I mean that) in front of others abour their actions in a way to perserve it. As a matter of fact not even those well-intentioned guys are completely right at all. Hearing out some big shot, from a counrty saying that to save our enviroment is a better way to future generations find a place to live, it's not even slighly a real truth

Example: change car for a bicycle, or green energy, sustainable sources, acting like that instead of doing what you and I regularly do, or randomly, would probably better our way of living. Behind of that, there are too much that it meets the eye, and just like others who I keep talking about that it is a better way to renew the capitalism, find some better way to sell a product with a respectfull dutty to our enviroment.

And what kind of enviroment we are all trying to save it? Forest? Jungles, Green, Water, Air? is that all? and what about cities?! to perserve out there just show us how distant we are all from. Even the word Nature, defending for all us with a pure and romantic vision of fields, waterfalls and birds flying around and a blue sky. why facing that we still idealize How we want the nature to be, but we aren't nearly close to face the reality.

That's why I'm still worried about the whole discussion about saving our planet. How do we save what we idealize? I think that if we don't get back to our origins, to rescue a past that are still in all of us, specially us from Brazil, at the same time, blessed ofr all the resources we have but also doomed by a colonization interested to take it out. We've herded but can't even give a damn deal. Children, youngers, olders... have the enviroment as a worry but, a big number of that, can't do anything to really save, including me.

I guess it is time to do something or I'll just agree and become a passive outline of a greenpeacer.

Cordially
Rafael Gomes